Primeira edição do São Chico Jazz encanta público e movimenta cultura, turismo e economia local
Evento no Mercado Público e na Prainha teve 15 shows, ação ambiental, yoga, feira de adoção e ampla participação da comunidade.
São Francisco do Sul viveu um fim de semana histórico. De 3 a 5 de outubro, o São Chico Jazz ocupou o Mercado Público Municipal e a Prainha com música de alta qualidade e uma programação diversa que encantou o público. Foram 15 apresentações, reunindo mais de 40 músicos e os 30 integrantes da Banda Guarani, que abriram o festival com um espetáculo emocionante.
O evento atraiu cerca de 2 mil pessoas durante os três dias, movimentando também a economia criativa e o turismo local. Na organização, foram 21 profissionais diretamente envolvidos na produção, 10 expositores na feira de artes e artesanato, 142 refeições servidas pelos estabelecimentos apoiadores aos músicos e equipe, 43 hospedagens cedidas aos artistas por meio de apoiadores. O evento contou com 38 parceiros e apoios públicos e privados.
Mais do que um festival de música, o São Chico Jazz foi uma experiência coletiva de arte, bem-estar e consciência ambiental. A programação contou com aula de yoga na Prainha, com 45 inscritos, e uma ação de limpeza no costão da Praia Grande, reforçando o compromisso com a sustentabilidade — marca registrada da cidade.
Entre as medidas sustentáveis, o festival adotou o uso de copos reutilizáveis e bebedouros públicos, reduzindo o consumo de plástico descartável e incentivando práticas conscientes entre público e expositores. O resultado foi um evento limpo, organizado e em harmonia com o cenário natural. A feira de adoção de animais também foi destaque: 7 cães ganharam um novo lar, em uma ação que emocionou os visitantes.
Para o público, ficou o desejo de mais. O morador Jonas Lopes, de Joinville, resumiu a sensação geral:
“Ver um festival dessa qualidade, nesse cenário, é algo que emociona. Que venham muitas outras edições!”
Com curadoria cuidadosa e produção afinada, o São Chico Jazz nasceu grande — e já se firmou como símbolo da nova fase cultural de São Francisco do Sul, que une tradição, inovação e um compromisso genuíno com o meio ambiente e a comunidade.
Proposta Cultural realizada com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Prêmio Elisabete Anderle de estímulo à Cultura – Edição 2024 e apoio da Prefeitura Municipal por meio da Fundação Cultural Ilha de São Francisco do Sul.
