Festa Literária de Morretes apresenta ampla programação gratuita
e movimenta a cidade com literatura e atividades culturais
5ª edição da FLIMO, que ocorre de 4 a 7 de junho, reúne atividades para toda a família, com lançamentos literários,
contações
A partir do dia 4 de junho, a cidade de Morretes se tornará o centro da literatura no Paraná com a 5ª edição da FLIMO – Festa Literária de Morretes. Considerado um dos mais autênticos eventos do calendário literário do estado, o festival apresenta uma programação dedicada à conexão profunda entre leitores e autores em meio à uma paisagem que convida o público à pausa e à reflexão. Estão confirmados painéis, oficinas, feira do livro, lançamentos de livros, rodas de conversa, contações de histórias, apresentações de teatro, música e uma área dedicada à literatura infantil, a Orelha.
Há ainda homenagem a uma das vozes mais significativas da poesia brasileira contemporânea, Alice Ruiz, que completou 80 anos em 2026. Ganhadora do Prêmio Jabuti, a obra de Alice transita entre a síntese do haicai e a cadência da música. A programação celebra o legado das mulheres do haicai paranaense e a obra de Alice, contando com desdobramentos em oficinas, rodas de conversa e intervenções visuais.
Confira a programação completa dos paineis da Festa Literária de Morretes:
O Instituto Mirtillo Trombini recebe as conversas e paineis da 5ª edição da FLIMO. No dia 4 de junho, às 18h, está marcada a cerimônia de abertura do evento, seguida pela conversa, às 18h30, “De Helena a Alice – O Haikai Paranaense”, mediada pela escritora e agente cultural Gisela Bester. No painel, Bester contará como o encontro com o universo de Helena Kolody foi fundamental para a trajetória de Alice Ruiz e como essa herança literária se reflete na obra da poeta e em sua maneira única de traduzir o mundo em poucas palavras.
No dia 5 de junho, às 11h, ocorre o painel “A Poética das Origens: Histórias do Povo do Mar e da Mata Atlântica”, com mediação do escritor de literatura nativa do povo Guarani, Olívio Jekupé. A conversa, que contará com a escritora e liderança indígena Jovina Kaigang, e o escritor e pesquisador José Carlos Muniz, aborda como a memória oral e a poética do cotidiano mantém viva a proteção de um dos biomas mais ricos do planeta.
Ainda no dia 5 de junho, às 18h30, ocorre a conversa “Além do Texto – Ilustração e Autoria na Literatura”, com a participação dos escritores e ilustradores Denise Gonçalves, Henrique C Mor e da artista, ilustradora e poetisa Fernanda Rodrigues. A mediação fica por conta de Ana Matsuki, autora da obra “Colecionadora de Cabeça” (2020), finalista do Prêmio Jabuti. O painel discute sobre as fronteiras da autoria, abordando obras em que a linguagem visual e o projeto gráfico não apenas acompanham a história, mas são alicerces da narrativa.
Às 20h, ocorre o “O Corpo da Palavra: Uma Conversa com Aline Bei”, com mediação de Julie Frank, escritora, professora e artista visual. Autora de “O Peso do Pássaro Morto” (2017), “Pequena Coreografia do Adeus” e de “Uma Delicada Coleção de Ausências”, Aline Bei apresenta uma arquitetura única em seus textos, em que a delicadeza e a crueza caminham juntas e cada frase tem uma batida própria.
No sábado (6), às 11h, a programação começa com o painel “História Falada, Memória Escrita: Literatura Como Guardiã”, com a participação da autora Ângela Gonçalves, do livro “Mel da Ilha – um povo e suas histórias”, e Kamylla dos Santos, atriz, produtora, escritora e idealizadora do Grupo Paquetá, que desenvolve espetáculos e oficinas inspiradores nos saberes africanos, afro-brasileiros e dos povos indígenas do Brasil. A mediação é da poeta, roteirista, dramaturga e integrante da Academia Paranaense de Letras, Etel Frota.
Às 15h, é a vez da conversa “O Que Resta da Forma: A Prosa Híbrida de Verônica Stigger”, com mediação de Luci Collin, curadora da FLIMO, e a participação da escritora e professora Verônica Stigger. O encontro propõe uma investigação sobre os limites do gênero narrativo e o que surge/transforma quando a literatura se recusa a caber em definições rígidas.
Ainda no dia 6 de junho, às 17h, ocorre o painel “Escrita é Reescrita? Os Limites da Invenção” com a participação do cronista, romancista e jornalista José Castello, e do poeta, artista plástico e contista Carlos Dala Stella. Com mediação da escritora e pesquisadora Vanessa C. Rodrigues, a conversa aborda o ofício da escrita como um processo de eterna lapidação, questionando a fronteira entre a invenção pura e o trabalho artesanal com a linguagem.
No domingo (7), às 11h, um dos maiores romancistas brasileiros contemporâneos, Cristovão Tezza, participa da “O Avesso da Memória: Tempo e Linguagem na Obra de Cristovão Tezza”. Com mediação da professora Sandra Stroparo, o painel convida o público a explorar temas que atravessam sua produção literária, sua turbidez da memória, a reconstrução do passado e a busca pela narrativa que dê conta das contradições humanas.
Já às 15h, é a vez da conversa “Língua e Prosa Literária – A Escrita em Tempos de IA”, com Caetano Galindo, escritor, tradutor e professor. Com mediação do editor e fazedor de livros Thiago Tizzot, o painel investiga sobre a evolução da Língua Portuguesa e o papel do escritor como um provocador de sentidos em um mundo cada vez mais automatizado.
Além dos paineis, a 5ª edição da Festa Literária de Morretes ainda conta com oficinas gratuitas. Entre elas, está a “Capturando o Instante: A Poética Precisa do Haicai”, com Alice Ruiz, em que a mestre haicaísta conduzirá uma vivência de três dias com a teoria e a prática do haicai, passando pela técnica e forma, com algumas noções da escrita ideogrâmica e um panorama histórico de haicais japoneses e brasileiros. A oficina ocorre de 4 a 6 de junho.
Haverá também a “Três Táticas Para Ativar a Imaginação”, com Verônica Stigger, em que a escritora promove um exercício de imaginação a partir de exemplos literários e imagens, em que os participantes serão incentivados a colocar em prática táticas para ativar o imaginário. A oficina ocorre de 4 a 6 de junho.
Já nos dias 4 e 5 de junho, a autora Ana Matsusaki apresenta a oficina “Como Nasce Livro Ilustrado”, em que todo o processo de invenção de um livro é destrinchado, desde o recebimento do texto, pesquisa e conceituação até a entrega final.
Morretes se torna um grande polo da literatura
Além das oficinas e dos paineis, a FLIMO – Festa Literária de Morretes aposta em uma programação em que o público, além de navegar pelos mais variados aspectos da literatura, ainda aprecia e vivencia a cidade litorânea.
De 4 a 7 de junho, às 14h, o evento promove o “Percurso Literário – Entre trilhos e trilhas: Presença Negra em Morretes”, com a atriz e dramaturga Kamylla dos Santos, em uma ação de narração de histórias que busca uma nova cartografia da cidade, transformando a caminhada em uma experiência poética, contando histórias da presença negra em Morretes e compartilhando memórias de personalidades como a Irmandade Negra, os irmãos Rebouças, Maria Bueno, Catira, Nhá Gabriela e mestre Martinho.
Às 15h, do dia 4 de junho, ocorre a inauguração da Seção Alice Ruiz de Literatura Paranaense na Biblioteca Pública Municipal José Gonçalves de Moraes, reunindo um catálogo significativo de autores paranaenses, com cerca de 700 títulos arrecadados e doados pela FLIMO.
De 4 a 7 de junho, das 11h às 18h, o público poderá conferir a Exposição Prodesign, no Instituto Mirtillo Trombini, uma mostra dedicada ao design editorial e à criação de capas de livros. A iniciativa integra as ações da plataforma @contrateumdesigner e do projeto ProCultura, frentes desenvolvidas pela associação para aproximar designers paranaenses do mercado e ampliar a presença do design nos setores culturais e criativos.
Às 20h do dia 4 de junho, o Instituto Mirtillo Trombini recebe o Baile de Fandango com o Grupo Viola Afiada, liderado pelo Mestre Zeca da Rabeca e com músicos com longas trajetórias ligadas ao Fandango Caiçara: Mestre Miguel Martins, Luiz Parna, Gilvan Santo Amaro e Mestre Haroldo Elias.
No dia 6 de junho, às 19h30, no Instituto Mirtillo Trombini, ocorre o relançamento do livro “Navalhanaliga”, de Alice Ruiz, com a participação do ator Luis Melo para a leitura de uma seleção de poemas. Em seguida, às 20h, a FLIMO promove show com Rogéria Holtz, revisitando o espetáculo “No País de Alice”, com a participação de Estrela Leminski e Téo Ruiz.
E de 4 a 7 de junho, às 12h30, o Coreto Sinibaldo Trombini recebe uma sequência de apresentações musicais de artistas do litoral paranaense, começando pela Banda Gralha Blues,Ellen Be, Angela Cretã e Coral Indígena e Grupo Choro à Capela, no último dia.
Rodas de conversa sobre literatura e jornalismo cultural
No palco externo da FLIMO, localizado ao lado do Instituto Mirtillo Trombini, ocorrem as rodas de conversas.
Na quinta-feira (4), às 10h, ocorre a conversa com as autoras da editora Coletivo Oceânicas e Anadara Brasiliana, sendo Zaninha Miranda e Marisa Ribas. Às 14h, é o papo com autores da editora “Humaita”, sendo Mestre Kandiero e Andressa Pereira Serpejante; seguindo às 17h, com a conversa “TAUP – Toma Aí Um Poema”, com Luiz Felipe Leprevost, Fabiano Vianna e Francine Cruz, e mediação de Mabelly Venson, abordando a literatura produzida no Paraná.
Na sexta-feira (5), às 14h, papo com as autoras da editora “Donizela”, sendo Adriana Tozzi, Danielle Rech, Letícia Lopes, Maristela Ono e Rita Delamari; seguindo, às 15h, com o Coletivo Era Uma Vez em um papo intitulado “Pequenas Práticas, grandes leitores: O que a família e a escolas podem fazer já”, com Alvaro Posselt, Marilza Conceição e Maísa Cardoso; e Itiban, às 17h, uma roda de conversa que aborda “Mulheres e plantas na literatura”, com Fernanda Ayres e mediação de Vanessa C. Rodrigues.
No sábado (6), às 10h, está confirmada a roda de conversa com os jornalistas Maximilian Santos e Luciana Melo sobre “Jornalismo Cultural no Paraná”. Às 14h, o papo leva o tema “Travessias do Invisível: literatura entre sombra, mistério e transformação”, com Viviani Souza, Sandro Sedrez dos Reis e mediação de Guilherme Eisfeld.
Já no domingo (7), às 10h, ocorre a conversa com os autores da editora Insight, sendo Décio Romano, Alvaro Posselt e Maisa Cardoso. Às 14h, o Coletivo Marianas fala sobre “Criação, Escrita e Publicação de Antologias”, com Maristela Ono, Andréia Carvalho Gavita, Gisela Maria Bester, e mediação de Danielle Rech. E às 16h, uma conversa com os artistas da exposição “Prodesign”.
Programação para a infância, com contação de histórias e espetáculos teatrais
Dentro da FLIMO, há a Orelha, um segmento dedicado às infâncias, reunindo apresentações artísticas, contação de histórias, literatura e muito mais, ocupando a “Estação das Artes”.
Entre os espetáculos teatrais, estão confirmados “Terezinha – História de amor e perigo”, com a Cia Filhos da Lua. A peça, que tem sessão na quinta-feira (4), às 11h30, tem sua trama baseada na cantiga de roda “Terezinha de Jesus”. Em sua aventura, Terezinha recebe presentes mágicos, para facilitar a sua jornada, que lhe foram oferecidos por Efigênia, poeta e tocadora de realejo, personagem lírica, toda vestida de papel de balas, homenagem à artista popular de Curitiba, Efigênia Rolim.
Às 15h, a criançada pode conferir a montagem “Boi de Uma Mão”, com o Trio Mamulengo. Com inspiração no tradicional Boi de Mamão, a peça combina a irreverência do Teatro de Mamulengo, música ao vivo e interação com o público, em uma celebração lúdica, vibrante e cheia de brasilidade, que reinventa a cultura popular com criatividade e muita diversão.
Já na sexta-feira (5), às 15h, está confirmado o espetáculo “Juju e a Juçara”. Idealizado pela produtora cultural, atriz e ecóloga Julia Moretti, a montagem busca sensibilizar o público, especialmente crianças e comunidades locais, sobre o uso sustentável do fruto como alternativa de conservação ambiental. Além de “Juju e a Juçara”, o projeto conta com a instalação “Expedição Juçara”, que ocorre às 16h, composta por quatro estações interativas que aprofundam os temas abordados no espetáculo. Destaque para os minimundos elaborados por Leonardo Cappucci, que trazem miniaturas de alguns dos animais dispersores da juçara em seu habitat.
No sábado (6), às 15h, apresentação de “Gran Circo Stopim”, com a Cia dos Palhaços, uma grande homenagem aos circos, contando com um mágico sagaz, a encantadora de poodles, bailarinas, o flexível homem boba, malabarista e a banda de um homem só: todos interpretados por apenas três palhaços, sendo Sarrafo, Tinoca e Wilson.
Já no dia 7 de junho, às 15h, é a vez do espetáculo “Minha Casa é um Circo”, com Ezequiel Ferdmann, um show de variedades que une as artes circenses, humor e interação com a plateia.
Haverá ainda a experiência “Voando nas Asas do Yoga”, no sábado (6), às 11h30, propondo uma ação dinâmica e sensorial que une movimento, música e brincadeira, apresentando às crianças não apenas as posturas do yoga, mas também valores como equilíbrio, respeito, atenção, cooperação e conexão com o corpo e as emoções. A Vivência Yoga Musical para Crianças será conduzida pela professora de yoga e música Liana Perozzo e André Lucas Santiago, do grupo musical Fonte de Luz.
Entre as intervenções artísticas, também estão confirmadas contações de histórias. De 4 a 7 de junho, às 10h30, Tainá Andere utiliza recursos visuais inusitados, brinquedos de madeira e elementos artísticos para contar as histórias “O Segredo da Estrela e da Borboleta Leta”, “Mergulho no Universo Encantado da Serra do Mar” e “A Histórias de Alice Ruiz”. Já às 13h30, o Coletivo Era Uma Vez, grupo colaborativo de escritores e ilustradores paranaenses de literatura infantil e juvenil, promete contar outras fábulas fantásticas.
A Orelha ainda conta com o Ateliê Literário de Vivências Artísticas, que ocorre de 4 a 7 de junho, das 10h às 17h. Esse é um espaço dedicado à experimentação artística, com atividades como criação de cartazes, vivência criativa a partir da natureza com estudo de texturas, cheiros, formas e cores, e criação literária em variados formatos, incluindo lettering, carimbos, colagem, entre outros.
Há também a Oficina de Cordel, no dia 4 de junho, às 16h, que explora elementos da poesia popular brasileira, com a produção de imagens utilizando a técnica da isogravura, uma adaptação lúdica da xilogravura feita com materiais seguros e acessíveis para o público infantil. E a Oficina de Pigmentos Naturais, no dia 5 de junho, às 11h30, com uma experiência de produção de tintas naturais, a partir de elementos como folhas, terra, sementes, flores, frutas e especiarias.
No dia 6 de junho, às 16h, a Orelha conta com a Oficina de Quadrinhos e Livro Ilustrado, abordando desenho e criação de histórias, com desenvolver personagens, criação de pequenos enredos, processos de sketch e composição de páginas. No domingo (7), às 11h30, ocorre a Oficina de Haicai para Crianças, e, às 16h, a Oficina de Malabares com Ezequiel Ferdmann.
Oficina literária para crianças – Lab Escrita
Anteriormente neste ano, a FLIMO realizou a 2ª edição do Lab Escrita, uma oficina voltada para crianças na qual elas exploraram diferentes linguagens artísticas e, ao final, desenvolveram um livro coletivo.
Crianças de 7 a 12 anos de toda a Morretes foram convocadas para uma imersão de quatro dias, em que puderam experimentar e brincar com palavras, desenhos e as diversas possibilidades de contar uma história, criando um livro coletivo.
O lançamento desse material, o “Caderno de Experiências Literárias – 2ª Edição” ocorre no dia 4 de junho, às 16h30. As crianças participantes irão conversar sobre o processo e darão autógrafos nos livros escritos por elas. Ainda haverá a distribuição do livreto para o público.
Lançamentos literários e mesa de autógrafos
A 5ª edição da FLIMO – Festa Literária de Morretes também será marcada pelo lançamento de diferentes obras literárias. Na quinta-feira (4), às 11h, ocorre o lançamento do livro “Rei Zumbi das Araucárias: um relato poético”, do Mestre Kandiero; às 14h, de “Mariana e as Conchas”, de Zaninha Miranda, e “Todas as Cartas de Amor”, de Marisa Ribas; às 15h, do livro “Entendedores Não Entenderão”, de J Túlio; “(Sobre)viver e morrer num corpo de mulher”, de Francine Cruz; de “O que te escrevo é pedra bruta e delicada”, de Tânia D’arc; “Não é de hoje que ontem já foi amanhã”, de Claudio Boczon; “Poesia em decomposição”, de Ana Carla Bellon; e “Te amo, te odeio em Curitiba”, de Fabiano Vianna; e às 17h, das obras “Esqueletos que Dançam”, “A Dança da Torre”, “A Ira do Dragão”, entre outros contos, de Thiago Tizzot.
Na sexta-feira (5), às 14h, lançamento do livro “Botânica Sem Vergonha”, de Fernanda Ayres; e às 15h, de “A Mulher-Polvo”, de Adriana Tozzi, “Pele Plana”, de Danielle Rech, “Cabelo Rosa: Contos”, de Letícia Lopes, “Abismos e (In)finitudes”, de Maristela Ono, e “Maré de Vênus”, de Rita Delamari.
No sábado, às 11h, lançamento de “Antologia Gênero e Água”, de Melissa Reinehr, “Antologia Nove Meandro”, de Laura Monte Serrat, “Antologia Mulheres Migrantes”, de María Eugenia Yépez/Maru, “Antologia Pretas com Poesia”, de Adriana Alexandre, e Andréia Carvalho; e às 16h, do livro “Os Detetives Preguiça em: O sumiço dos bichanos da floresta”, de Renata Baglioli, e “Encontros Desconcertantes”, de Priscila Prado.
A 5ª edição da Flimo – Festa Literária de Morretes é uma produção da Gloriosa Produção Cultural, com apoio da Prefeitura de Morretes e da Secretaria de Cultura de Morretes, e foi aprovada no programa Paraná Festivais, pela Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Ministério da Cultura – Governo Federal.
5ª Flimo – Festa Literária de Morretes
Data: 04 a 07 de junho de 2026
Local: Instituto Mirtillo Trombini e diversos espaços culturais em Morretes.
Inscrições nas oficinas: a partir de30/04, pelo site www.flimo.com.br.
Entrada: Gratuita
Informações: www.flimo.com.br
Instagram: @flimofestival
Facebook: @flimofestival
